Estudo de carga primeiro
Antes de escolher modelo, se descobre se o quadro e a entrada de energia suportam. É o passo que ninguém pula sem pagar caro depois.
Não é plugar na parede. É circuito de potência dedicado, com estudo de carga e ART — porque a NBR 17019 exige.
Eng. Eletricista Luis Henrique Posoco Darvil · CREA RS229216 · atuando desde 2017
Quanto o seu carregador realmente puxa da instalação.
Um carregador não é um aparelho que liga e desliga: ele puxa essa corrente por horas seguidas. Por isso o primeiro passo nunca é escolher o modelo — é o estudo de carga, para saber se o quadro e a entrada de energia suportam. Se não suportarem, a solução é aumento de carga na concessionária, e isso tem prazo.
A ABNT NBR 17019, junto com a NBR 5410 e a IEC 61851-1, exige ART de engenheiro eletricista para qualquer instalação de carregador — mais circuito exclusivo por ponto, cabeamento dimensionado, disjuntor dedicado e proteções DR e DPS. Não é item opcional de orçamento: é exigência de norma.
Quer o estudo de carga da sua instalação? A visita é gratuita.
Esta conta é PRÉVIA e considera todos os pontos carregando ao mesmo tempo, na potência máxima. O dimensionamento real leva em conta a instalação existente e pode usar gestão de carga — o que muda a conta para melhor.
A instalação de carregador é o serviço em que a diferença entre um engenheiro e um instalador aparece de forma mais cara. Aqui está exatamente o que a norma exige — para você conferir em qualquer orçamento que receber, inclusive no nosso.
Antes de escolher modelo, se descobre se o quadro e a entrada de energia suportam. É o passo que ninguém pula sem pagar caro depois.
Cada ponto de recarga tem o seu. Nada de dividir com a tomada da garagem ou com o portão eletrônico.
DR tipo A serve se o carregador interromper com fuga CC acima de 6 mA. Se não interromper, é DR tipo B — e isso muda o orçamento.
Toda instalação de carregador exige ART de engenheiro eletricista. Orçamento sem ART está incompleto, não barato.
Repare no que aparece ao lado de cada carregador: o quadro de proteção e o eletroduto próprio. É por eles que dá para diferenciar uma instalação feita com projeto de uma ligação improvisada — e é o que você deve procurar em qualquer orçamento, inclusive no nosso.



A tentação é instalar o analisador de energia por uma semana, olhar o gráfico e concluir que “o prédio tem folga”. O analisador mostra o que o prédio consome hoje — antes de existir um único carro elétrico na garagem. Ele não mostra o que acontece quando oito moradores chegam do trabalho e ligam os carregadores no mesmo horário.
O resultado de errar essa conta é sobrecarga, risco de incêndio ou o prédio no escuro — e a responsabilidade recai sobre o síndico. Por isso o projeto de condomínio tem três peças que não são opcionais:
Não da vaga, não do quadro da garagem: do prédio. Com a demanda projetada, não com a atual.
Cada morador paga exatamente o que consumiu. Sem isso, a energia da recarga vira despesa condominial rateada entre quem tem carro e quem não tem — e é aí que nasce a briga em assembleia.
A tubulação e o barramento são dimensionados para as vagas futuras, mesmo que só três queiram agora. Refazer a infraestrutura depois custa muito mais que superdimensionar o eletroduto hoje.
Sim. A norma brasileira é a ABNT NBR 17019, junto com a NBR 5410 e a IEC 61851-1, e ela exige ART de engenheiro eletricista para qualquer instalação de carregador. Não é preciosismo de orçamento: é exigência normativa, e é ela que responde por você se houver sinistro.
Não com segurança. Um carregador puxa, ligado continuamente, o equivalente a um ou dois chuveiros — só que por horas seguidas. Tomada comum e circuito compartilhado não foram dimensionados para isso. A instalação exige circuito exclusivo para cada ponto, cabeamento dimensionado, disjuntor dedicado e proteções DR e DPS.
A NBR 17019 aceita DR tipo A em série desde que o próprio carregador interrompa com fuga em corrente contínua acima de 6 mA. Se o equipamento não fizer isso, é obrigatório DR tipo B — que custa consideravelmente mais. Conferir isso antes de comprar o carregador evita surpresa no orçamento.
A conta é outra. Exige estudo de carga da edificação inteira, individualização da medição — cada morador paga o que consumiu — e rateio definido antes da obra. Definir a carga apenas com analisador de energia é o erro mais caro do setor: o analisador mostra o consumo de hoje, não o dos moradores carregando à noite, ao mesmo tempo. O risco é sobrecarga, incêndio ou o prédio no escuro.
De R$ 2.200 a R$ 3.000 no total, principalmente para o carregador BYD de 7 kW, variando com a quantidade de material necessária. O valor exato depende da distância até o quadro, do estado da entrada de energia e das proteções que já existem — e isso se confirma na visita, que é gratuita.
Aí o caminho é aumento de carga junto à concessionária, que pode incluir troca de padrão de monofásico para trifásico. Isso tem prazo e custo próprios, e é exatamente o tipo de coisa que precisa aparecer antes da compra do carregador, não depois.
Então a conta muda a seu favor: o carro passa a rodar com a sua própria geração. Vale revisar o dimensionamento — o sistema foi projetado com 30 a 50% de folga, mas carro elétrico é a única coisa que consome mais do que essa folga prevê.
Projeto, homologação na concessionária, instalação e monitoramento — com ART do engenheiro que assina a obra.
VerQuando o disjuntor cai, a fiação é antiga ou a entrada não suporta o que você quer ligar.
VerLaudo e projeto só têm valor com ART assinada por profissional registrado no CREA. É isso que se está comprando.
VerInstalei com a Darvil em dezembro de 2022, estou muito satisfeita até hoje. Atualmente o que sobra de créditos consigo enviar para 2 outros imóveis. Os resultados valeram muito o investimento e super indico a empresa. O atendimento foi sempre muito bom e esclarecedor, tanto antes, durante e depois da instalação.
Excelente trabalho na parte de elétrica predial. A equipe da Darvil resolveu um problema antigo no painel elétrico do condomínio com muita rapidez e eficiência.
Excelentes profissionais. Preço justo e trabalho executado muito rápido. Nota 10.
O estudo de carga vem primeiro — é ele que diz se o quadro e a entrada de energia suportam, e o que precisa mudar se não suportarem. A visita técnica é gratuita.
Visita técnica gratuita · Orçamento prévio no mesmo dia · Engenheiro CREA RS229216